O piso do posto de gasolina enfrenta condições extremas: derramamento de combustível, tráfego de veículos pesados, variação de temperatura e limpeza com produtos agressivos. A escolha errada gera fissuras, manchas permanentes e problemas de estanqueidade. A Petrol Group especifica pisos em todos os projetos.
Pátio de abastecimento: o ambiente mais crítico
O pátio recebe tráfego de caminhões, derramamento de combustível e água de lavagem. Os sistemas indicados: Concreto com tratamento de superfície (endurecedor e selante): o mais resistente a carga, menor custo, mas exige rejuntamento e manutenção anual. Epóxi de alta performance (PU-Epóxi): resistência química excelente, superfície contínua sem juntas, mas pode fissurar com recalque diferencial da estrutura. Ladrilho hidráulico industrial: tradicional, durável, mas juntas são pontos de infiltração de combustível — não recomendado em áreas de abastecimento.
Área interna da conveniência
Para a loja: porcelanato técnico (PEI 4 ou 5), cerâmica antiaderente, ou epóxi decorativo. O porcelanato técnico é o mais usado — fácil limpeza, durável, muitas opções estéticas. Evitar pisos muito claros nas áreas de acesso direto do pátio — sujidade é inevitável.
Custo comparativo por m²
Concreto com selante: R$ 80-150/m². Epóxi industrial: R$ 120-250/m². Cerâmica/porcelanato técnico: R$ 150-350/m². Ladrilho hidráulico: R$ 200-400/m². Para pátio de 400m² (posto médio): diferença de custo entre concreto e epóxi pode ser R$ 50.000-80.000.
Perguntas frequentes
Epóxi aguenta combustível?
Epóxi de formulação específica para ambientes industriais e com combustíveis — sim. Epóxi decorativo para pisos residenciais — não. A especificação técnica do produto é fundamental.


